terça-feira, dezembro 13, 2011

alma quente.


Alimenta-se do que pensa mesmo que estranho a si.
Nas mentiras que caem por terra, 
Sobrevive através da pele construída, como muro.
Olhares leves,
Passos quente.
Interrogações.
Espaço oblíquo,
Decorado com o musgo azul,
Nuvens amarelas,

Sol em erupção de flores.
Queima a alma, desespera.
Inconsolável.

Seria esta a única maneira de sobreviver?
Se sou plural, 
Multiplico a existência.
Pé no céu, força na terra. E já diria alguém, viver dói!
Dói perder o chão, o corpo, mas o presente é o que constrói tudo.

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